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Lista: Homens gatos que eram mulheres

Eis uma lista curiosa. Selecionei cinco homens interessantes, bem sucedidos e/ou gatinhos que têm em comum uma outra coisa: todos eles nasceram como mulher.

Esse lá em cima é Balian Buschbaum, que nasceu em 1980 como Yvonne Buschbaum, na Alemanha. Ele mudou de gênero em 2008. E tá gato, viu!

O moço acima é Rocco Kayiatos, mais conhecido pelo nome Katastrophe, um rapper e produtor de hip-hop dos EUA.

Ryan Sallans é um dos mais famosos. Ele é palestrante e já apareceu contando sua história e dando conselhos em milhares de revistas e até no programa do Larry King.

O machão acima, Buck Angel, já ganhou até prêmio por um filme pornô que fez. Mas, durante o dia, além de ter uma produtora de filmes adultos, ele é advogado, professor, palestrante e escritor.

Loren Rex Cameron, o careca forte acima, é ativista da causa. Na carreira de fotográfo, fez até uma série de fotos sobre o próprio corpo. Segundo ele, o objetivo era mostrar para interessados como era a transição de menina para menino.

A lista completa está aqui. E aqui tem uma outra com mulheres bonitas que nasceram homens.

Qual foi a coisa mais legal de 2011?

Ao invés de simplesmente fazer a lista do que eu acho que foi bom esse ano, pedi pra alguns amigos escreverem o que eles mais gostaram de 2011 e assim fazer um post tanto para relembrar quanto para conhecer coisas novas. Feliz 2012!

Rodrigo James, do programa “Alto-Falante”

Adele. Ninguém esperava que ela fosse alcançar todo este sucesso com seu disco “21” e, de quebra, relembrar o mundo que não só de imagens, bundas, fotos em revistas de fofocas e bafões em geral vive a música pop. Adele é um produto pop mas é uma CANTORA (com maiúsculas mesmo) de primeiríssima grandeza, que imprime emoção no que faz, visceral, e faz muito poucas concessões ao sucesso. Não custa lembrar que já chegaram a sugerir que ela emagrecesse para que sua imagem fosse mais “limpa” e ela se recusou. Quer que a aceitem do jeito que ela é e que prestem mais atenção em sua música.

Gustavo Ziller, colunista do caderno Tec da Folha de S. Paulo

Oi Rdio. É o melhor aplicativo lançado no Brasil; o tal do negócio de você pagar 14 realetas por mês e ter acesso simultâneo na web, smartphone e tablet a milhões de músicas é das coisas mais #PuraPoesia da vida de um amante de música. E você ainda organiza playlists, compartilha, adiciona e monta mixtapes infinitas. Perfeito seria só se o som do MP3 fosse o melhor formato de áudio disponível, mas para ouvir no carro, no avião, deitado, no trabalho, enfim, no dia a dia, vale cada centavo.

Bruno Taurinho, do Ateísmo e Peitos

St. Vincent. Todo ano pelo menos um disco me ajudam na “campanha” de que a música vive seu melhor momento. Em 2011 foi a vez de “Strange Mercy”, da St. Vincent. A cantora, compositora e multi-instrumentista Annie Clark lançou seu terceiro disco em setembro. Se eu ainda comprasse CDs, poderia dizer que esse furou. É uma ótima mistura de canções vezes pop, outras vezes nem tanto, com letras que fogem do óbvio, acompanhadas de uma guitarra que já virou sua assinatura.

Vinicius Luiz, do blog Zoando na TV

Humor feminino. Em 2011, Dani Calabresa e Tatá Werneck se consolidaram como comediantes num meio dominado por machos. Enquanto a geral se esforçava pra decidir se comer bebê é de bom gosto ou indigesto, as duas seguiram fazendo imitações e criando personagens que dizem bastante do nosso tempo: a candidata a subcelebridade, a hippie tardia, a atriz idosa que resolve ser cantora ou a psicóloga que dá o diagnóstico antes mesmo de ouvir o paciente. As duas lançaram expressões, renderam assunto nas redes sociais e principalmente fizeram rir.

Marcela Machado, jornalista e apresentadora do “De Carona” da Oi FM

The Strokes no Planeta Terra. Sim, eu vi apresentações melhores, piores e tão legais quanto. Mas é que foi a primeira vez que eu vi a banda tocar ao vivo, então tem toda uma vibe especial. Ainda mais no Planeta Terra, que foi um astral ótimo, um público incrível e eu ali com vários amigos. Show visceral dominado pelo disco de estreia do quarteto, “Is This It”, que comemorava 10 anos. Rock puro, sem firulas ou pirotecnias. Fodástico!

Luiza Salazar, escritora e estudante de cinema na Vancouver Film School

“A Invenção de Hugo Cabret”, do veterano Martin Scorsese, foi o filme que mais me surpreendeu no ano. Através dos olhos bem treinados dele, somos transportados para o surgimento da sétima arte onde, através do personagem fictício/histórico Georges Méliès, um dos pais do cinema, o diretor faz a sua própria declaração de amor à arte que o deixou famoso. O fato de uma das atrizes ser a carismática Chloe Moretz ajuda. Outros sensacionais que saíram este ano: “50/50”, “Rango”, “Hannah”, “Meia-Noite em Paris“, “Super 8”, “Contágio”, “Drive”, “Os Muppets”, “Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres” e “Planeta dos Macacos: A Origem”.

Top 3 filmes que foram baseados em curtas

Aposto que você não sabia

3 – “Distrito 9”, dirigido por Neil Bloomkamp com a produção de Peter Jackson, foi inspirado em um “curta-metragem-documentário” do próprio diretor – em que perguntava para as pessoas na rua o que achavam dos imigrantes vindos de outros países mais pobres (sem saber que os tais imigrantes eram ETs). Depois, editou os depoimentos com perguntas sobre os supostos extra-terrestres que teriam estacionado na terra. As respostas de verdade às perguntas de mentira encaixaram perfeitamente.

2 – “Jogos Mortais”, sabia? Em 2003, dois estudantes de cinema da Austrália criaram um curta que mostrava um serial killer, que forçava as vítimas a se matar – então não haveria rastro do “verdadeiro assassino”. Com sucesso na web, os diretores tentaram vender a ideia para vários estúdios, até que Lions Gate Films Inc topou e fez, sei lá, 280 filmes da franquia.

1 – “Napoleon Dynamite”. Realizado em apenas dois dias, com orçamento de 500 dólares, o curta-metragem “Peluca” ganhou o Slamdance Film Festival e a chance de ser transformado em longa. Hoje, é até desenho animado.

3 Momentos: Arctic Monkeys

Do Miolão: Era uma vez uma terra sem dono chamada internet. Nela, os sonhos de adolescentes que cresceram ouvindo discos feitos por adolescentes um pouquinho mais velhos que eles não eram apenas sonhos. Eram possibilidades.

Nesse mundo mágico, muitos tentavam alcançar o sucesso e chamar a atenção, mas raríssimos alcançavam êxito. E foi nesse cenário que quatro inglesinhos que ainda tinham espinhas no rosto cravariam seus nomes na história da música contemporânea – ou pelo menos na história daquele longínquo outono de 2005.

Jamie Cook, Andy Nicholson (que mais tarde seria substituído por Nick O’Malley), Matt Helders e Alex Turner tinham mais ou menos 15 anos quando decidiram se juntar para formar o Bang Bang, uma bandinha de colégio que tocava covers de Led Zeppelin e afins. Não demorou muito para que Turner começasse a compor suas próprias canções e tivesse a ideia de trocar o nome da banda para Arctic Monkeys, que foi ganhando popularidade quando a galera que ia a seus concertos começou a gravar suas músicas e jogá-las na internet.

Um perfil no MySpace e algumas canções compartilhadas foram o suficiente para que eles construíssem pouco a pouco um séquito fiel de fãs e também para que a imprensa britânica desse uma moral (gigante!) para eles. Rapidamente eles assinaram um contrato com a Domino Records (mesma gravadora de Cat Power), apareceram nas capas das revistas e abocanharam o topo da parada de singles do Reino Unido. E tudo isso sem ter nenhum álbum lançado ainda.

I Bet You Look Good On The Dancefloor, 2005

O primeiro single oficial da banda era uma porrada. A letra extremamente tola, escrita pelo vocalista Alex Turner, era rápida, confusa e efervescente – capturando meio sem querer a banalidade e o furor adolescente. Cheio de fôlego, Alex gritava, sem nenhum tipo de firula ou artifício, que poderia apostar que a mocinha de que ele estava a fim ficaria linda numa pista de dança.

O mais legal de tudo é que mesmo tendo se passado 6 anos – o que na era digital equivale a mais ou menos 35 invernos -, o primeiro hit de Turner e companhia ainda empolga e faz muuuita gente gastar a sola do All Star. Veja o clipe.

Fluorescent Adolescent, 2007

Entre o lançamento de “I Bet You Look Good On The Dancefloor” e “Fluorescent Adolescent” muitas coisas aconteceram com o Arctic Monkeys.

Depois de lançar “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”, seu álbum de estreia, os meninos se tornaram a maior banda da Europa. Para se ter ideia do estrago, logo na primeira semana, o disco tomou o posto de “Definitely Maybe”, do Oasis, como o álbum de estreia mais vendido da história do Reino Unido. Além do sucesso de público, eles ganharam o Mercury Prize e o Brit Awards e foram nomeados para o Grammy.

Era de se esperar que com o sucesso eles tivessem mais responsabilidades. No entanto, quando “Brianstorm”, o primeiro single de “Favourite Worst Nightmare”, o segundo álbum, saiu, a gente percebeu que nada tinha de fato mudado. Ou melhor, eles estavam melhores.

“Fluorescent Adolescent”, o segundo single do álbum, só confirmava essa impressão. Parecendo ser um clássico instantâneo, a música fez sucesso – inclusive no Brasil – e mostrou, de certa forma, a evolução de Alex Turner como compositor.

Como se não bastasse a faixa ser sensacional, o vídeo da canção, que mostrava um palhaço e um homem se agredindo, é também um dos melhores da discografia dos caras. Relembre.

Brick By Brick, 2011

O capítulo mais sujo nesse conto de fadas chamado Arctic Monkeys atende pelo nome de “Humbug”. Mal recebido pela crítica e fazendo pouco barulho entre os fãs, o terceiro álbum da banda serviu para dizer que os garotos do Arctic Monkeys já não eram tão garotos assim.

Produzido por Josh Homme (do Queens Of The Stone Age) e James Ford, ele não emplacou hits e fez feio nas paradas. O som, muito sisudo para os padrões Arctic Monkeys, não era ruim. Só não “tinha a cara deles”. O futuro era incerto.

Tentando resgatar os fãs de outrora e equilibrar suas intenções de tornar a música mais “adulta”, Alex Turner chamou novamente James Ford e fez “Suck it and See”, o terceiro disco, que cumpriu com honras o desafio a que se propôs. As 12 canções do disquinho – que é um discaço -, são intensas, bem elaboradas, divertidas e muito boas.

(via Miolão)

Tudo que você não sabia ou não lembrava sobre “TV Colosso”

Um tempo atrás eu quase explodi de felicidade ao encontrar um DVD da “TV Colosso”, sucesso dos anos 90 na Globo, naquelas bacias de R$ 12,99 das Lojas Americanas. Um dos meus programas favoritos de quando era criança pra eu poder rever? Delícia. Comprei sem nem pensar e resolvi fazer essa lista agora.

– Boninho, diretor do Big Brother Brasil, foi criador e diretor do programa infantil, junto com Luiz Ferré e Roberto Dornelles.

– Mário Jorge Andrade, dublador do Gilmar, Malabi e outros personagens, é a voz das animações do BBB.

– Todos os bonecos estão guardados e bem conservados. Priscila e Gilmar aparecem em imagens inéditas do menu do DVD, inclusive. Na época do programa, todos eles eram lavados a cada 2 meses, com direito a shampoo e condicionador.

– Dois discos de música foram lançados (nenhum deles com foto dos cães na capa, alguém sabe o motivo?). O primeiro vinil (compre aqui em CD!) vinha de brinde um pôster da Priscila e o segundo com uma foto ampliada da própria capa.

– Vários produtos foram lançados com os personagens. Um dos que mais gostava era a revista em quadrinhos, lembram? Ela era produzida pela Editora Abril e tinha como autores Laerte, Genival de Sousa e vários outros. Durou de outubro de 1993 a novembro de 1994.

– A Tec Toy chegou a lançar um game do programa! Descaradamente uma versão de “Astérix and the Secret Mission” com Astérix e Obelix sendo substituídos por Gilmar e Priscila – em busca de um remédio para o chefinho J.F, que estava doente.

– O robô Bullborg fez uma “ponta” em um comercial do Banco Santander como criação de um inventor que recebe incentivos do banco para a criação de novos produtos.

– A música da abertura era cantada pelas Paquitas.

– O cara que fazia a engenharia de foley (som ambiente) do programa era um cara chamado Leonardo Da vinci!

– O programa saiu do ar em 1997 e você lembra qual entrou no lugar? Acertou quem disse “Angel Mix” e “Caça Talentos”, ambos da Angélica.

– Entre os roteiristas participaram do programa os cartunistas Angeli, Laerte, Glauco, Luiz Gê, Fernando Gonsales, Newton Foot, Gilmar Rodrigues e Adão Iturrusgarai!

– O Thunderdog era dublado pelo Thunderbird, é claro. Na verdade o personagem, que apresentava o programa “Clip Cão”, era uma versão canina dele, então VJ da MTV no programa “Clipe Clipe”.

– Todos os capítulos terminavam da mesma forma…

Ai, ai. Saudades…

Dica: se você mora num lugar sem Lojas Americanas (tenso!) ou se não está conseguindo achar por aí, tem os DVDs a venda pela internet. O preço é mais alto, mas se você é fã, talvez valha: Volume 2, Volume 3.

Tudo que você não sabia sobre “O Rei Leão”

Hoje é uma data muito especial para quem gosta do filme “O Rei Leão”. A animação da  Disney, uma das mais legais e respeitadas da história, volta aos cinemas e em versão 3D. Serão poucas salas exibindo e por pouco tempo, então corra! A ação é pra divulgar o Blu-Ray do filme. Além dele, uma nova versão em DVD e uma versão em Blu-Ray 3D vai sair. Mas enfim. O que importa é que o filme é foda e que, apesar de ter marcado nossa infância, não sabemos muito sobre ele. Duvida? Olha só a nossa lista!

– A versão brasileira da canção inicial do filme, “Ciclo Sem Fim”, foi cantada pela atriz Zezé Motta.

– Na versão original o Zazu, aquele pássaro azul conselheiro do rei, foi dublado por Rowan Atkinson, o Mr. Bean.

– Em inglês, o Simba adulto tinha a voz de Matthew Broderick, ator do filme “Curtindo a Vida Adoidado”, de vários musicais da Broadway e marido da atriz Sarah Jessica Parker, da série “Sex and the City”.

– Os animadores afirmaram que as histórias bíblicas de José e Moisés e “Hamlet”, de Shakespeare, serviram como inspiração para o roteiro. Tem gente que diz que o desenho é, na verdade, uma cópia de “Kimba, o Leão Branco”, animação japonesa dos anos 60, mas a Disney afirma que é só coincidência.

– Carla Pomílio, que dublou a versão jovem da leoa Nala no Brasil, se formou em jornalismo.

– Patrick de Oliveira, que dublou no Brasil o Simba criança, já apareceu em “A Muralha”, “Pecado Capital”, “Malhação”, “A Próxima Vítima” e “Fera Ferida”.  Ele também já dublou Gasparzinho e Linguado, de “A Pequena Sereia”. É ele  também o menino do comercial da Sundown que dizia “Garoto esperto, sete anos de praia”. Olha ele aí embaixo!

– “O Rei Leão” foi a maior bilheteria da história da Disney até então (sendo superada apenas em 2003 com “Procurando Nemo”): 312 milhões de dólares nos Estados Unidos e quase 800 milhões ao redor do mundo. No Brasil, fez mais de 500 mil pagantes na estreia e cerca de 4 milhões no total.

– O álbum com a trilha sonora é um dos mais vendidos, com 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos.

– O filme foi lançado em VHS, claro, e vendeu 4 milhões de cópias no dia da chegada em 1995! Já o primeiro DVD, de 2003, chegou a 2 milhões no dia de lançamento.

– O filme venceu o Oscar nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original, por “Can You Feel the Love Tonight”, além de ter sido indicado a Melhor Canção Original, pelas músicas “Circle of Life” e “Hakuna Matata”. Já no Globo de Ouro venceu Melhor Filme – Comédia ou Musical, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

– Falando em “Can You Feel the Love Tonight”, Elton John disse que, no começo, não gostou muito de ver a música no filme. A canção, composta sobre o romance de Nala e Simba, é muito bonita e emotiva e por isso, segundo ele, “foi estranho vê-la na boca de Timão”.

– A morte de Mufasa foi a primeira morte de um personagem da Disney assistida pela plateia. Ok, a mãe do “Bambi” (1942) morreu, mas a cena não era ilustrada…

Ai, não deu vontade de rever mil vezes? Clássico, clássico!

Vídeo mostra 25 atores e atrizes antes da fama

Angelina Jolie, Jim Carrey, Ryan Gosling, Keanu Reeves, Seth Rogan, Natalie Portman, Jack Black, Joseph-Gordon Levitt e vários outros atores filmados antes da fama e compilados no mesmo vídeo. Tem gente que era estrela desde sempre, mas tem gente que nunca deviam ter imaginado que chegaria tão longe…

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