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Lista: Homens gatos que eram mulheres

Eis uma lista curiosa. Selecionei cinco homens interessantes, bem sucedidos e/ou gatinhos que têm em comum uma outra coisa: todos eles nasceram como mulher.

Esse lá em cima é Balian Buschbaum, que nasceu em 1980 como Yvonne Buschbaum, na Alemanha. Ele mudou de gênero em 2008. E tá gato, viu!

O moço acima é Rocco Kayiatos, mais conhecido pelo nome Katastrophe, um rapper e produtor de hip-hop dos EUA.

Ryan Sallans é um dos mais famosos. Ele é palestrante e já apareceu contando sua história e dando conselhos em milhares de revistas e até no programa do Larry King.

O machão acima, Buck Angel, já ganhou até prêmio por um filme pornô que fez. Mas, durante o dia, além de ter uma produtora de filmes adultos, ele é advogado, professor, palestrante e escritor.

Loren Rex Cameron, o careca forte acima, é ativista da causa. Na carreira de fotográfo, fez até uma série de fotos sobre o próprio corpo. Segundo ele, o objetivo era mostrar para interessados como era a transição de menina para menino.

A lista completa está aqui. E aqui tem uma outra com mulheres bonitas que nasceram homens.

Qual foi a coisa mais legal de 2011?

Ao invés de simplesmente fazer a lista do que eu acho que foi bom esse ano, pedi pra alguns amigos escreverem o que eles mais gostaram de 2011 e assim fazer um post tanto para relembrar quanto para conhecer coisas novas. Feliz 2012!

Rodrigo James, do programa “Alto-Falante”

Adele. Ninguém esperava que ela fosse alcançar todo este sucesso com seu disco “21” e, de quebra, relembrar o mundo que não só de imagens, bundas, fotos em revistas de fofocas e bafões em geral vive a música pop. Adele é um produto pop mas é uma CANTORA (com maiúsculas mesmo) de primeiríssima grandeza, que imprime emoção no que faz, visceral, e faz muito poucas concessões ao sucesso. Não custa lembrar que já chegaram a sugerir que ela emagrecesse para que sua imagem fosse mais “limpa” e ela se recusou. Quer que a aceitem do jeito que ela é e que prestem mais atenção em sua música.

Gustavo Ziller, colunista do caderno Tec da Folha de S. Paulo

Oi Rdio. É o melhor aplicativo lançado no Brasil; o tal do negócio de você pagar 14 realetas por mês e ter acesso simultâneo na web, smartphone e tablet a milhões de músicas é das coisas mais #PuraPoesia da vida de um amante de música. E você ainda organiza playlists, compartilha, adiciona e monta mixtapes infinitas. Perfeito seria só se o som do MP3 fosse o melhor formato de áudio disponível, mas para ouvir no carro, no avião, deitado, no trabalho, enfim, no dia a dia, vale cada centavo.

Bruno Taurinho, do Ateísmo e Peitos

St. Vincent. Todo ano pelo menos um disco me ajudam na “campanha” de que a música vive seu melhor momento. Em 2011 foi a vez de “Strange Mercy”, da St. Vincent. A cantora, compositora e multi-instrumentista Annie Clark lançou seu terceiro disco em setembro. Se eu ainda comprasse CDs, poderia dizer que esse furou. É uma ótima mistura de canções vezes pop, outras vezes nem tanto, com letras que fogem do óbvio, acompanhadas de uma guitarra que já virou sua assinatura.

Vinicius Luiz, do blog Zoando na TV

Humor feminino. Em 2011, Dani Calabresa e Tatá Werneck se consolidaram como comediantes num meio dominado por machos. Enquanto a geral se esforçava pra decidir se comer bebê é de bom gosto ou indigesto, as duas seguiram fazendo imitações e criando personagens que dizem bastante do nosso tempo: a candidata a subcelebridade, a hippie tardia, a atriz idosa que resolve ser cantora ou a psicóloga que dá o diagnóstico antes mesmo de ouvir o paciente. As duas lançaram expressões, renderam assunto nas redes sociais e principalmente fizeram rir.

Marcela Machado, jornalista e apresentadora do “De Carona” da Oi FM

The Strokes no Planeta Terra. Sim, eu vi apresentações melhores, piores e tão legais quanto. Mas é que foi a primeira vez que eu vi a banda tocar ao vivo, então tem toda uma vibe especial. Ainda mais no Planeta Terra, que foi um astral ótimo, um público incrível e eu ali com vários amigos. Show visceral dominado pelo disco de estreia do quarteto, “Is This It”, que comemorava 10 anos. Rock puro, sem firulas ou pirotecnias. Fodástico!

Luiza Salazar, escritora e estudante de cinema na Vancouver Film School

“A Invenção de Hugo Cabret”, do veterano Martin Scorsese, foi o filme que mais me surpreendeu no ano. Através dos olhos bem treinados dele, somos transportados para o surgimento da sétima arte onde, através do personagem fictício/histórico Georges Méliès, um dos pais do cinema, o diretor faz a sua própria declaração de amor à arte que o deixou famoso. O fato de uma das atrizes ser a carismática Chloe Moretz ajuda. Outros sensacionais que saíram este ano: “50/50”, “Rango”, “Hannah”, “Meia-Noite em Paris“, “Super 8”, “Contágio”, “Drive”, “Os Muppets”, “Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres” e “Planeta dos Macacos: A Origem”.

Top 3 filmes que foram baseados em curtas

Aposto que você não sabia

3 – “Distrito 9”, dirigido por Neil Bloomkamp com a produção de Peter Jackson, foi inspirado em um “curta-metragem-documentário” do próprio diretor – em que perguntava para as pessoas na rua o que achavam dos imigrantes vindos de outros países mais pobres (sem saber que os tais imigrantes eram ETs). Depois, editou os depoimentos com perguntas sobre os supostos extra-terrestres que teriam estacionado na terra. As respostas de verdade às perguntas de mentira encaixaram perfeitamente.

2 – “Jogos Mortais”, sabia? Em 2003, dois estudantes de cinema da Austrália criaram um curta que mostrava um serial killer, que forçava as vítimas a se matar – então não haveria rastro do “verdadeiro assassino”. Com sucesso na web, os diretores tentaram vender a ideia para vários estúdios, até que Lions Gate Films Inc topou e fez, sei lá, 280 filmes da franquia.

1 – “Napoleon Dynamite”. Realizado em apenas dois dias, com orçamento de 500 dólares, o curta-metragem “Peluca” ganhou o Slamdance Film Festival e a chance de ser transformado em longa. Hoje, é até desenho animado.

3 Momentos: Arctic Monkeys

Do Miolão: Era uma vez uma terra sem dono chamada internet. Nela, os sonhos de adolescentes que cresceram ouvindo discos feitos por adolescentes um pouquinho mais velhos que eles não eram apenas sonhos. Eram possibilidades.

Nesse mundo mágico, muitos tentavam alcançar o sucesso e chamar a atenção, mas raríssimos alcançavam êxito. E foi nesse cenário que quatro inglesinhos que ainda tinham espinhas no rosto cravariam seus nomes na história da música contemporânea – ou pelo menos na história daquele longínquo outono de 2005.

Jamie Cook, Andy Nicholson (que mais tarde seria substituído por Nick O’Malley), Matt Helders e Alex Turner tinham mais ou menos 15 anos quando decidiram se juntar para formar o Bang Bang, uma bandinha de colégio que tocava covers de Led Zeppelin e afins. Não demorou muito para que Turner começasse a compor suas próprias canções e tivesse a ideia de trocar o nome da banda para Arctic Monkeys, que foi ganhando popularidade quando a galera que ia a seus concertos começou a gravar suas músicas e jogá-las na internet.

Um perfil no MySpace e algumas canções compartilhadas foram o suficiente para que eles construíssem pouco a pouco um séquito fiel de fãs e também para que a imprensa britânica desse uma moral (gigante!) para eles. Rapidamente eles assinaram um contrato com a Domino Records (mesma gravadora de Cat Power), apareceram nas capas das revistas e abocanharam o topo da parada de singles do Reino Unido. E tudo isso sem ter nenhum álbum lançado ainda.

I Bet You Look Good On The Dancefloor, 2005

O primeiro single oficial da banda era uma porrada. A letra extremamente tola, escrita pelo vocalista Alex Turner, era rápida, confusa e efervescente – capturando meio sem querer a banalidade e o furor adolescente. Cheio de fôlego, Alex gritava, sem nenhum tipo de firula ou artifício, que poderia apostar que a mocinha de que ele estava a fim ficaria linda numa pista de dança.

O mais legal de tudo é que mesmo tendo se passado 6 anos – o que na era digital equivale a mais ou menos 35 invernos -, o primeiro hit de Turner e companhia ainda empolga e faz muuuita gente gastar a sola do All Star. Veja o clipe.

Fluorescent Adolescent, 2007

Entre o lançamento de “I Bet You Look Good On The Dancefloor” e “Fluorescent Adolescent” muitas coisas aconteceram com o Arctic Monkeys.

Depois de lançar “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”, seu álbum de estreia, os meninos se tornaram a maior banda da Europa. Para se ter ideia do estrago, logo na primeira semana, o disco tomou o posto de “Definitely Maybe”, do Oasis, como o álbum de estreia mais vendido da história do Reino Unido. Além do sucesso de público, eles ganharam o Mercury Prize e o Brit Awards e foram nomeados para o Grammy.

Era de se esperar que com o sucesso eles tivessem mais responsabilidades. No entanto, quando “Brianstorm”, o primeiro single de “Favourite Worst Nightmare”, o segundo álbum, saiu, a gente percebeu que nada tinha de fato mudado. Ou melhor, eles estavam melhores.

“Fluorescent Adolescent”, o segundo single do álbum, só confirmava essa impressão. Parecendo ser um clássico instantâneo, a música fez sucesso – inclusive no Brasil – e mostrou, de certa forma, a evolução de Alex Turner como compositor.

Como se não bastasse a faixa ser sensacional, o vídeo da canção, que mostrava um palhaço e um homem se agredindo, é também um dos melhores da discografia dos caras. Relembre.

Brick By Brick, 2011

O capítulo mais sujo nesse conto de fadas chamado Arctic Monkeys atende pelo nome de “Humbug”. Mal recebido pela crítica e fazendo pouco barulho entre os fãs, o terceiro álbum da banda serviu para dizer que os garotos do Arctic Monkeys já não eram tão garotos assim.

Produzido por Josh Homme (do Queens Of The Stone Age) e James Ford, ele não emplacou hits e fez feio nas paradas. O som, muito sisudo para os padrões Arctic Monkeys, não era ruim. Só não “tinha a cara deles”. O futuro era incerto.

Tentando resgatar os fãs de outrora e equilibrar suas intenções de tornar a música mais “adulta”, Alex Turner chamou novamente James Ford e fez “Suck it and See”, o terceiro disco, que cumpriu com honras o desafio a que se propôs. As 12 canções do disquinho – que é um discaço -, são intensas, bem elaboradas, divertidas e muito boas.

(via Miolão)

Tudo que você não sabia ou não lembrava sobre “TV Colosso”

Um tempo atrás eu quase explodi de felicidade ao encontrar um DVD da “TV Colosso”, sucesso dos anos 90 na Globo, naquelas bacias de R$ 12,99 das Lojas Americanas. Um dos meus programas favoritos de quando era criança pra eu poder rever? Delícia. Comprei sem nem pensar e resolvi fazer essa lista agora.

– Boninho, diretor do Big Brother Brasil, foi criador e diretor do programa infantil, junto com Luiz Ferré e Roberto Dornelles.

– Mário Jorge Andrade, dublador do Gilmar, Malabi e outros personagens, é a voz das animações do BBB.

– Todos os bonecos estão guardados e bem conservados. Priscila e Gilmar aparecem em imagens inéditas do menu do DVD, inclusive. Na época do programa, todos eles eram lavados a cada 2 meses, com direito a shampoo e condicionador.

– Dois discos de música foram lançados (nenhum deles com foto dos cães na capa, alguém sabe o motivo?). O primeiro vinil (compre aqui em CD!) vinha de brinde um pôster da Priscila e o segundo com uma foto ampliada da própria capa.

– Vários produtos foram lançados com os personagens. Um dos que mais gostava era a revista em quadrinhos, lembram? Ela era produzida pela Editora Abril e tinha como autores Laerte, Genival de Sousa e vários outros. Durou de outubro de 1993 a novembro de 1994.

– A Tec Toy chegou a lançar um game do programa! Descaradamente uma versão de “Astérix and the Secret Mission” com Astérix e Obelix sendo substituídos por Gilmar e Priscila – em busca de um remédio para o chefinho J.F, que estava doente.

– O robô Bullborg fez uma “ponta” em um comercial do Banco Santander como criação de um inventor que recebe incentivos do banco para a criação de novos produtos.

– A música da abertura era cantada pelas Paquitas.

– O cara que fazia a engenharia de foley (som ambiente) do programa era um cara chamado Leonardo Da vinci!

– O programa saiu do ar em 1997 e você lembra qual entrou no lugar? Acertou quem disse “Angel Mix” e “Caça Talentos”, ambos da Angélica.

– Entre os roteiristas participaram do programa os cartunistas Angeli, Laerte, Glauco, Luiz Gê, Fernando Gonsales, Newton Foot, Gilmar Rodrigues e Adão Iturrusgarai!

– O Thunderdog era dublado pelo Thunderbird, é claro. Na verdade o personagem, que apresentava o programa “Clip Cão”, era uma versão canina dele, então VJ da MTV no programa “Clipe Clipe”.

– Todos os capítulos terminavam da mesma forma…

Ai, ai. Saudades…

Dica: se você mora num lugar sem Lojas Americanas (tenso!) ou se não está conseguindo achar por aí, tem os DVDs a venda pela internet. O preço é mais alto, mas se você é fã, talvez valha: Volume 2, Volume 3.

Tudo que você não sabia sobre “O Rei Leão”

Hoje é uma data muito especial para quem gosta do filme “O Rei Leão”. A animação da  Disney, uma das mais legais e respeitadas da história, volta aos cinemas e em versão 3D. Serão poucas salas exibindo e por pouco tempo, então corra! A ação é pra divulgar o Blu-Ray do filme. Além dele, uma nova versão em DVD e uma versão em Blu-Ray 3D vai sair. Mas enfim. O que importa é que o filme é foda e que, apesar de ter marcado nossa infância, não sabemos muito sobre ele. Duvida? Olha só a nossa lista!

– A versão brasileira da canção inicial do filme, “Ciclo Sem Fim”, foi cantada pela atriz Zezé Motta.

– Na versão original o Zazu, aquele pássaro azul conselheiro do rei, foi dublado por Rowan Atkinson, o Mr. Bean.

– Em inglês, o Simba adulto tinha a voz de Matthew Broderick, ator do filme “Curtindo a Vida Adoidado”, de vários musicais da Broadway e marido da atriz Sarah Jessica Parker, da série “Sex and the City”.

– Os animadores afirmaram que as histórias bíblicas de José e Moisés e “Hamlet”, de Shakespeare, serviram como inspiração para o roteiro. Tem gente que diz que o desenho é, na verdade, uma cópia de “Kimba, o Leão Branco”, animação japonesa dos anos 60, mas a Disney afirma que é só coincidência.

– Carla Pomílio, que dublou a versão jovem da leoa Nala no Brasil, se formou em jornalismo.

– Patrick de Oliveira, que dublou no Brasil o Simba criança, já apareceu em “A Muralha”, “Pecado Capital”, “Malhação”, “A Próxima Vítima” e “Fera Ferida”.  Ele também já dublou Gasparzinho e Linguado, de “A Pequena Sereia”. É ele  também o menino do comercial da Sundown que dizia “Garoto esperto, sete anos de praia”. Olha ele aí embaixo!

– “O Rei Leão” foi a maior bilheteria da história da Disney até então (sendo superada apenas em 2003 com “Procurando Nemo”): 312 milhões de dólares nos Estados Unidos e quase 800 milhões ao redor do mundo. No Brasil, fez mais de 500 mil pagantes na estreia e cerca de 4 milhões no total.

– O álbum com a trilha sonora é um dos mais vendidos, com 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos.

– O filme foi lançado em VHS, claro, e vendeu 4 milhões de cópias no dia da chegada em 1995! Já o primeiro DVD, de 2003, chegou a 2 milhões no dia de lançamento.

– O filme venceu o Oscar nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original, por “Can You Feel the Love Tonight”, além de ter sido indicado a Melhor Canção Original, pelas músicas “Circle of Life” e “Hakuna Matata”. Já no Globo de Ouro venceu Melhor Filme – Comédia ou Musical, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

– Falando em “Can You Feel the Love Tonight”, Elton John disse que, no começo, não gostou muito de ver a música no filme. A canção, composta sobre o romance de Nala e Simba, é muito bonita e emotiva e por isso, segundo ele, “foi estranho vê-la na boca de Timão”.

– A morte de Mufasa foi a primeira morte de um personagem da Disney assistida pela plateia. Ok, a mãe do “Bambi” (1942) morreu, mas a cena não era ilustrada…

Ai, não deu vontade de rever mil vezes? Clássico, clássico!

Vídeo mostra 25 atores e atrizes antes da fama

Angelina Jolie, Jim Carrey, Ryan Gosling, Keanu Reeves, Seth Rogan, Natalie Portman, Jack Black, Joseph-Gordon Levitt e vários outros atores filmados antes da fama e compilados no mesmo vídeo. Tem gente que era estrela desde sempre, mas tem gente que nunca deviam ter imaginado que chegaria tão longe…

Feliz aniversário, Madonna!

Como vocês devem saber, hoje é aniversário de Madonna e a gente nem precisa ficar falando como a mulher é foda, né? Então vamos passar a palavra para Paul McCartney: “O nome dela está entre artistas como Beatles, Elvis e Frank Sinatra. Assim como nós, Madonna é a voz de uma geração. Só tenho que me curvar e aplaudir”. Abaixo, alguns links de posts que já fizemos sobre a loira. Divirta-se! (foto: MOL)

– Top 10 melhores clipes!

– Top 5 melhores capas!

– “Vogue” comemora 20 anos!

– Tudo sobre o novo filme da diretora Madonna

– Conversando com Ellen sobre bullying

– Peter Griffin, de “Family Guy”, imita clipe de Madonna

– Sexy e sem photoshop na revista Interview

– Editora vai fazer HQ sobre a vida de Madonna

– O álbum “Ray of Light” faz aniversário

– O clipe de Beth Ditto inspirado em Madonna

– Encarte de “Bionic” é pura Madonna

Top 5 motivos para amar Lucy

Esse ano comemora-se o centenário da atriz Lucille Ball, uma das comediantes mais interessantes do mundo. Pioneira de várias coisas e dona de “I Love Lucy”, ainda hoje uma das séries mais engraçadas e respeitadas do mundo, resolvemos homenagear essa, que é a dona de casa mais famosa da TV.

5 – Ela inventou a sitcom
“I Love Lucy” foi adaptado do programa de rádio que ela fazia com o marido e incorporou as risadas ao fundo. O formato virou um sucesso na TV. Então, se você assiste “Friends”, “Two and a Half Man” ou até “Zorra Total”, deve a ela o formato do programa. E a sitcom faz tanto sucesso que os filhos vivem de copyrights até hoje. E em qualquer passeio por Nova York você ainda vê muita coisa dela. É simplesmente um marco na história da TV.

4 – Feminismo
No seriado, Lucy é uma dona de casa totalmente dependente do marido. Estávamos no começo dos anos 50, ter algo diferente na TV seria até estranho. Mas na vida real não era bem assim. Ela sempre esteve à frente dos negócios e o programa era feito pela produtora do casal. Várias das decisões eram tomadas por ela, que também opinava nos roteiros. Ela foi a primeira mulher a trabalhar grávida na televisão, por exemplo. Quando o programa terminou, ela comprou a parte de Ricky e manteve os negócios sozinha. Sem dúvida ela serviu de modelo para todo mundo que veio depois – incluindo aí até Mary Tyler Moore.

3 – Ela sabia o que o povo queria
O programa “I Love Lucy” manteve altos índices de audiência durante toda sua duração. Tudo bem que a televisão era outra naquela época, mas não dá pra desprezar o feito. Da segunda à quarta temporada foi o primeiro programa mais assistido nos EUA e sua última temporada bateu recordes de audiência pra época. Se lembrarmos que não havia tido um outro programa parecido na TV antes para ela copiar nada, era tudo original, do começo ao fim. Mérito todo dela, portanto.

2 – Inocência e valores
E nenhum pontinho dessa alta audiência vinha por causa de nenhuma apelação, claro. Nem era possível apelar na televisão naquela época e, por isso, hoje em dia, o humor pode até parecer bobo pra gente. Mas é um programa com muita diversão visual, que tem muito a ver com irmãos Marx em certas passagens – aliás, ela era amiga deles e todos trabalharam juntos no cinema e na série. Além de se divertir, assistir hoje serve quase como uma aula de história ou de costumes. Isso sem falar em como o pessoal era cabeça aberta. O marido dela na vida e na série, Desi Arnaz, era cubano e isso, no final das contas, não foi um problema para a audiência do programa nos Estados Unidos. Nos anos 60, perguntram pra Lucille o que ela achava da luta pelos direitos gays. “Eles estão completamente certos na minha opinião. Algumas das pessoas mais talentosas que eu já conheci ou li, eram homossexuais. Como ignorar isso?”, ela respondeu.

1 – Era engraçada pra caramba!
E não devemos precisar de nenhum outro motivo pra gostar de um comediante, certo? Veja essas duas cenas, por exemplo. Nenhum efeito especial, nenhuma pequisa de público, pura comédia!

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Os DVDs estão saindo no Brasil aos poucos, mas tem todos os episódios por aí em torrent e várias cenas (e alguns episódios completos) no YouTube. Dê uma pesquisada, vale muito! Para comprar, clique aqui!

Por onde andam as Spice Girls?

As Spice Girls foram um super sucesso nos anos 90! Todo fã que era fã de verdade ouviu todos os CDs, comprava singles, via os clipes, tinha pôster e tudo mais. Até pirulito com a cara das meninas existia! Os tempos mudaram e elas sumiram. Depois voltaram, fizeram alguns shows, mas sumiram de novo, certo? Errado! Confira o que essas garotas assanhadas estão fazendo hoje em dia.

Emma: a loirinha, eterna Baby Spice, nunca parou de fazer música. Atualmente, está gravando seu quarto álbum e ele terá como produtor Max Martin, que já trabalhou com Britney Spears. Além disso, ela apresenta um programa de grupos de voz e dança na TV britânica chamado “Don’t Stop Believing!”

Mel C: Outra que nunca parou de fazer música foi ela. Atualmente ela está divulgando seu quinto CD, chamado “The Sea”, planejado para sair em setembro de 2011. O primeiro single, “Rock Me”, foi cantado por ela pela primeira vez no intervalo de uma partida de boxe na Alemanha!

Victoria: Ela casou com David Beckham, teve um monte de filhos e deixou a música pra lá. A femme fatale já lançou dois livros (“Learning To Fly” e “That Extra Half an Inch”) e hoje é estilista de sua marca de roupas, além de ser dona de linhas de maquiagens e óculos.

Geri: A ruiva hoje em dia está loira. Ela já gravou três álbuns solo – uma de suas músicas, a regravação de “It’s Raining Men”, foi até trilha do filme “O Diário de Bridget Jones”. Ano passado, ela também lançou sua primeira coletânea e sua própria marca de biquínis!

Mel B: Ela participou da trilha de um dos filmes do espião Austin Powers e seu álbum mais recente, “Reimagined”, foi produzido por Danja – mesmo de Madonna. Uma das faixas é uma parceria com a própria Emma, olha só! Atualmente, a gata estrela um reality show chamado “It’s a Scary World”, ao lado do maridão.

(via Skol)

Tudo que você não sabia sobre o filme “Esqueceram de Mim”!

O filme “Esqueceram de Mim” é um marco na infância de muita gente. Todo mundo já viu mil vezes, ainda ri das mesmas cenas e sabe todas as falas de memória. Mais eis algumas coisas que você não sabia sobre esse clássico dos anos 90!

– A foto da namorada de Buzz é, na verdade, um menino de peruca. Iam fotografar uma menina feia de verdade, mas o diretor achou que seria cruel demais com a coitada.

– A Playboy que Kevin encontra é de julho de 1989. Um dos destaques da edição é a atriz Erika Eleniak, que atuou em “ET” e, mais tarde, na série “Baywatch”.

– O papel do Tio Frank foi escrito originalmente para Kelsey Grammer, o ator das séries “Cheers”, “Frasier” e dublador do Sideshow Bob em “Os Simpsons”.

– Sabe o filme de máfia “Angels With Filthy Souls”? Ele é falso, foi filmado apenas para aparecer no longa – desculpe se você perdeu horas procurando ele na internet. Para o segundo filme, “Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York”, foi feito uma sequência, apelidada de “Angels With Even Filthier Souls”.

“Feliz Natal, seu animal imundo!

– Robert DeNiro recusou o papel do bandido Harry. Dá pra imaginar como teria sido?

– O ator Daniel Stern topou que colocassem a aranha em seu rosto durante exatamente um take. Mas o mais curioso é que na cena ele não grita! O cara apenas mexeu a boca e dublou o grito depois. É que o barulho teria assustado o bichinho.

– O diretor do filme, Chris Columbus, também é o diretor de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. A trilha sonora original de “Esqueceram de Mim” foi feita por John Willians, que também trabalhou no filme do bruxinho.

– Dentro da teoria de conspiração de que Elvis Presley não morreu, há o (bizarro) rumor de que ele aparece em “Esqueceram de Mim”. Ele seria o moço de barba ali atrás…

– A participação de John Candy foi filmada toda em um dia (mas foram 23 horas filmando) e a história sobre seu personagem ter esquecido o próprio filho em um funeral foi totalmente improvisada – e baseada em seu personagem em “Antes Só do que Mal-Acompanhado”, que foi dirigido por John Hughes.

– Hughes, por sua vez, produziu “Esqueceram de Mim” e dirigiu “Curtindo a Vida Adoidado”.

– O filme foi lançado em 1990 e passou pela primeira vez na TV só em 1993 e o primeiro canal a exibir foi a Fox.

– Na cena onde Harry morde o dedo de Kevin, o ator Joe Pesci realmente mordeu Macaulay Culkin. O menino ficou até com uma cicatriz!

Ai, ai. Que vontade de assistir de novo, né?!

A lista original está aqui ó.

3 Momentos: Pixie Lott

Da Isabela: Quem nunca ouviu falar dessa moça está perdendo – e não é pouco. Trata-se de uma cantora inglesa que mistura pop, R&B e soul. Ela lançou o CD “Turn it Up” em 2009, assim que fechou um contrato com a gravadora Mercury. Depois disso, seu apelidinho de família se tornou nome artístico e hoje ela já é famosa em esferas muito diferentes da música. Não entendeu muito bem? Vem comigo que eu te explico no caminho…

“Mama Do”, 2009

O primeiro single do tal álbum foi “Mama Do (Uh Oh, Uh Oh)” e aposto que você deve ter ouvido em algum lugar e não está ligando o nome, pois passou batido no Brasil. Mas ele atingiu o topo UK Singles Chart e ganhou disco de prata no Reino Unido. O B-side do single? Cover de “Use Somebody”, do Kings of Leon (na mesma sessão, gravou “Poker Face” da Lady Gaga também!)

O clipe é bem bonito, mostra Pixie e umas amigas encontrando seus respectivos namorados, fazendo dancinhas e se divertindo antes de voltar para casa. Saca só a mãozinha durante o clipe: teve tanto fã perguntando como se faz os estalinhos que ela gravou um vídeo ensinando. Clique aqui para conferir o tutorial.

Depois do sucesso, ainda em 2009, ela escolhe “Boys and Girls” como segundo single. O clipe da música é bem festinha cool, bem “Just Dance” da Lady Gaga de 2008. A canção conseguiu bastante sucesso e não desanimou os fãs que curtiram o single anterior da moça e logo alcançou o primeiro lugar na parada UK Singles Chart, conseguindo – ainda bem – tirar o recorde da cantora Pink, que estava lançando “Sober”. Pixie deu o maior salto em uma semana, o single saiu da posição 73 para a 1ª.

“Cry Me Out”, 2009

Mais tarde teve a grande ideia de lançar um clipe para a tão merecida “Cry Me Out” (assista aqui). Por cima da letra triste e bonita, um clipe em preto e branco, bem clássico, mostrando até os passinhos de balé que ela praticava na infância. Tudo foi filmado em Cuba e dirigido pelo Jake Nava, diretor de clipes da Beyoncé, de Leona Lewis e da Shakira. A canção pode não ter atingido primeiro lugar em nada, mas ficou no Top 20 do UK Top Singles.

Começando 2010 bem, o quarto single, “Gravity”, foi lançado no Reino Unido em março. Nessa época, Lott ganhou dois EMAs, Best UK & Ireland Act e Melhor Artista Push. A canção foi seu pior desempenho nos charts britânicos, mas deu a Pixie seu quarto Top 20 consecutivo.

A loirinha entrou em turnê com a Rihanna, em “Last Girl On Earth Tour”, fazendo apenas 10 shows de abertura, somente no Reino Unido. Alguns meses depois, Pixie começa a gravar de seu primeiro filme, “Fred: The Movie”, lembra dele?

Depois do filme, ela escolheu como quinto single do álbum a música que deu título ao CD, “Turn It Up”, a mais dançante do disco.

“Turn It Up”, 2010

A música fala sobre relacionamentos que não funcionam e de pessoas que insistem em ficar juntas até o último minuto. Mas isso não significa que tudo que aconteceu entre os dois deve ser apagado; que é bom deixar boas lembranças do tempo juntos, certo? No clipe (que conseguiu um grande número de thumbs up), o atual namorado dela participa, o gato do Oliver Cheshire!

Depois da pequena turnê promovendo o CD na Oceania, Europa e no Japão, acompanhando a banda The Saturdays, Pixie relançou o álbum, agora com o nome “Turn It Up (Louder)” e com a inclusão de cinco faixas. Entre elas o dueto com o cantor Jason Derülo e o sexto single da cantora, “Broken Arrow”.

Pixie Lott, prazer.

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