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3 Momentos: Eliza Doolittle

Do Miolão: Eliza Doolittle ainda é uma figura pouco conhecida na indústria fonográfica, mas se 2010 trouxe algumas revelações no meio, ela certamente é uma delas. Adotando o nome da personagem de Audrey Hepburn em “My Fair Lady”, a garota apresenta um repertório autoral, cheio de feel good songs levemente ácidas e cativantes.

Ela, que é filha de pais artistas de teatro, é cheia de carisma e brinca com sua imagem de menina travessa de forma muito desenvolta. Misturando em seu som o vintage e o moderno, a moça é personagem de nosso 3 Momentos de hoje para ser apresentada a quem não a conhece. Prazer!

Skinny Genes

Antes de lançar seu primeiro disco, o homônimo “Eliza Doolittle” (2010), a inglesa gravou um EP basiquinho e delicioso de quatro faixas que já davam uma ideia daquilo que viria a seguir. “Moneybox”, “Rollerblade”, “Police Car” e “Skinny Genes” seriam posteriormente inseridas no seu álbum de estreia. As canções são, sem exceções, leves, mega cantaroláveis e mostram um pouquinhos do vários elementos que a moça explora.

Pra impulsionar o EP, um clipe da última faixa citada foi lançado, enumerando todas as características que detesta em seu namorado. O vídeo, uma grande brincadeira de papel machê e recortes condiz com a postura desencanada e brincalhona da garota, que some, ressurge, canta e dança em meio a ambientes coloridos. Muito simpático. Veja aqui!

Pack Up – The Black Cab Sessions

A idéia do projeto The Black Cab Sessions é fresca e bastante criativa: tendo como lema a frase one song, one take, one cab, ele apresenta algum artista novato ou com público fiel já estabelecido em um único take, cantando seu maior sucesso ou alguma canção de sua escolha dentro de um táxi preto, como diz o nome.

A homenageada do post apresentou o primeiro single de seu debut, “Pack Up”. Com um Wayfarer no rosto e o acompanhamento de um violão, a moça interpreta uma das melhores faixas de seu repertório. Notem como a moça é afinada – e depois disso, corram pra ver o clipe de “Pack Up”, pois a versão original da faixa é ainda melhor.

Creep (Radiohead)

Eliza vira e mexe mostra seu prazer por fazer versões de outros artistas, tão distintos entre si quanto inusitados. A moça já cantou o hit “Baby”, do Justin Bieber durante a promoção de seu álbum, fez uma releitura fofinha da linda “Yellow”, do Coldplay e também entrou na lista de artistas que, recentemente, fizeram sua própria versão de “Fuck You”, do Cee-Lo Green.

O 3º momento do post é uma regravação, onde Eliza deixa de lado seu ar “serelepe” para emprestar a uma canção nada extrovertida toda a sobriedade – e beleza – que a versão original possui. Estamos falando de “Creep”, um dos maios êxitos da carreira do Radiohead.  Veja.

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