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As marcas de luxo vão ao museu

Mona Lisa, 1503, Leonardo da Vinci

Cavaleiro Sorridente, 1624, Frans Hals

O estilista Jason Alper também é um falsificador. Tá, menos. Mas é que sua atual exposição na Galeria Guy Hepner, em Los Angeles, se baseia em paródias de obras de arte famosas com alguma intervenção que tenha a ver com moda.

Em uma entrevista para a revista Vanity Fair ele explicou tudo: “Antes, apenas a ‘upper crust’ [a elite, a nata da sociedade] tinha acesso a certas grifes, como Chanel e Louis Vuitton. Agora o oposto acontece. Minha exposição é um reflexo disso”.

E por que a fixação com Vuitton? “Sinto que a logo da Louis Vuitton é a mais icônica. Sozinha ela já é arte”.

O Filho do Homem, 1964, Magritte

Estigmação de São Francisco, 1596, Caravaggio

Tomé, o Incrédulo, 1602, Caravaggio

A Liberdade Guiando o Povo, 1830, Delacroix

Gabriel

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